Shahzad já havia se declarado culpado por terrorismo em junho
O homem condenado por uma tentativa de ataque a bomba em maio na praça Times Square, um dos pontos turísticos mais conhecidos de Nova York, foi sentenciado nesta terça-feira à prisão perpétua.
Faisal Shahzad já havia se declarado culpado à Justiça em junho por dez acusações, entre elas as de tentar usar uma arma de destruição em massa e praticar atos de terrorismo.
Os promotores do caso dizem que o cidadão americano, nascido no Paquistão, não demonstrou nenhum remorso por suas ações.
Se dirigindo à Corte Federal de Manhattan, onde recebeu a sentença, Shahzad assumiu uma postura desafiadora.
"Preparem-se, porque a guerra com os muçulmanos apenas começou", disse o réu. "A derrota dos Estados Unidos é iminente e acontecera em breve."
Ingredientes errados
Shahzad foi preso dois dias depois que um veículo carregado com explosivos foi encontrado na praça após uma tentativa frustrada de detonação, no dia 1º de maio.
"Se a explosão tivesse ocorrido como Shahzad havia planejado tão cuidadosamente, as vidas de inúmeros moradores e visitantes da cidade poderiam ter sido perdidas e muitos outros poderiam ter ficado traumatizados para sempre", disseram os promotores antes do anúncio da sentença.
Especialistas dizem que a bomba feita a partir de gasolina e fertilizante não foi detonada porque a fiação tinha falhas e continha os ingredientes errados.
Um vendedor de rua na Times Square - que estava lotada de visitantes - alertou a polícia após ter visto fumaça saindo do veículo, um Nissan Pathfinder.
Uma reconstrução feita pelo FBI (a polícia federal americana) com uma bomba idêntica mostrou que ela poderia ter produzido uma bola de fogo que partiu o veículo em dois, destruiu outros em sua volta e mandou destroços a centenas de metros de distância.
Uma gravação feita por uma câmera de segurança colocada na praça foi a principal peça de evidência contra Shahzad.
"Enquanto é impossível calcular precisamente o impacto da bomba de Shahzad se ela tivesse sido detonada, a detonação controlada demonstrou que os efeitos poderiam ter sido devastadores para a área no entorno", disseram os promotores.
A acusação também alegou que Shahzad havia planejado detonar uma segunda bomba duas semanas depois.
'Soldado muçulmano'
Em depoimento à Justiça em junho, Shahzad disse que ele queria "se declarar culpado outras cem vezes".
Ele disse que queria que os Estados Unidos soubessem que se não deixassem o Iraque e o Afeganistão, "nós atacaremos os Estados Unidos".
"Vocês precisam entender de onde eu venho. Sou um soldado muçulmano", disse ele.
Shahzad foi preso ao tentar embarcar em um vôo para Dubai no aeroporto internacional de Nova York.
Sob interrogação, o analista financeiro disse que havia ido em dezembro de 2009 à região do Waziristão do Norte, no Paquistão, para treinamento para a fabricação de bombas com militantes ligados ao Talebã paquistanês.
Ele também disse ter recebido cerca de US$ 5 mil em dinheiro de um contato no Paquistão, o qual ele acreditava ser um membro do Talebã.
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terça-feira, 5 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Dirigente confirma que Zico era boicotado no Fla
Em mensagem de agradecimento ao apoio torcida do Flamengo na crise que desencadeou na sua saída do clube, . Em entrevista ao LANCENET!, um ex-vice de futebol do clube confirmou as acusações de boicote ao ex-diretor executivo por vices da presidente Patrícia Amorim.
- Era comum o Zico precisar de algo e não ser atendido, ou mesmo ter de esperar uma eternidade para isso. Não respeitaram nem mesmo o ídolo - revelou o dirigente, que não quis se identificar para não colocar mais atritos na já conturbada crise do clube.
- Era comum o Zico precisar de algo e não ser atendido, ou mesmo ter de esperar uma eternidade para isso. Não respeitaram nem mesmo o ídolo - revelou o dirigente, que não quis se identificar para não colocar mais atritos na já conturbada crise do clube.
Dilma e Serra têm "guerra" de 4 semanas pela Presidência
Dilma Rousseff (PT) ganhou a primeira rodada, mas sem garantir sua eleição neste domingo mostrou um abatimento que contrastou com um revigorado José Serra (PSDB), impulsionado ao segundo turno pelo crescimento final de Marina Silva (PV).
Com 99,95 por cento dos votos apurados, a petista tinha 46,90 por cento dos votos válidos, Serra somava 32,62 por cento e Marina, 19,34 por cento.
"Quero dizer que nós vamos à luta e nós vamos à vitória. Vamos à vitória com os mesmos ideais democráticos que nos trouxeram até aqui", disse Serra a militantes.
A primeira grande batalha da campanha do segundo turno será a busca do apoio de Marina e do PV. Serra aproveitou para fazer um primeiro gesto já na noite de domingo ao "congratular a Marina... ela contribuiu para o jogo democrático no Brasil".
Mas a candidata verde deixou claro que haverá muita conversa antes de qualquer definição do PV sobre que caminho tomar, e que apoios nunca são automáticos.
"O partido agora vai ter que fazer uma discussão nas suas instâncias, por respeito com quem fizemos alianças", disse Marina a jornalistas, referindo-se a movimentos sociais e a intelectuais. E lembrou: "O voto não é da Marina, não é do Serra e não é da Dilma. O voto é do eleitor".
Enquanto isso, depois de estar, poucas semanas atrás, virtualmente eleita no primeiro turno, Dilma procurou manter o moral dos militantes, lembrando que os petistas são "guerreiros".
"Nós somos acostumados a desafios e somos de chegada. Tradicionalmente, a gente tem desempenhado muito bom no segundo turno", disse Dilma. Nas duas vezes que foi eleito, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu principal cabo eleitoral, venceu na segunda rodada de votação.
Mas o resultado abalou integrantes da campanha petista, que alimentaram até o fechamento das urnas esperanças de que Dilma fosse eleita neste domingo.
A avaliação imediata entre os dirigentes petistas é de que a candidata perdeu fôlego no voto religioso, em especial entre os evangélicos. Marina, que é evangélica, teria se beneficiado dos ataques de líderes religiosos contra Dilma e o PT em temas como o aborto.
Dilma colou em Lula e apostou na transferência de votos do presidente, usando o horário eleitoral gratuito para mostrar sua ligação a ele e os feitos do governo nos últimos oito anos. Ignorou os ataques, as acusações e as denúncias. Tentou voar no céu de brigadeiro da popularidade de Lula, o que deu certo durante boa parte do tempo.
Mas perdeu o apoio de antigos eleitores petistas desiludidos com o escândalo envolvendo Erenice Guerra, ex-auxiliar de Dilma, na Casa Civil, que migraram para Marina. Vai precisar mais do que a força de Lula para ser eleita.
Serra, do seu lado, tem nas próximas semanas a chance de encontrar um foco adequado para sua campanha, que até agora tentou não trombar com Lula e se mostrava como um candidato da continuidade ao mesmo tempo que sua campanha atacava Dilma e o
PT.
DEBATE DE IDEIAS?
A expectativa agora é de que o segundo turno possa trazer a discussão de propostas e ideias que não aconteceu nas últimas semanas.
"O segundo turno entre Dilma e Serra é uma forma de o Brasil analisar as propostas de uma forma mais criteriosa: haverá um debate maior sobre o que país precisa e quais as novas opções", disse o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão.
O economista-chefe do Banco Safra Investimento, Cristiano Oliveira, vai na mesma linha.
"Ambos os candidatos terão que ser mais explícitos em seus programas de governo, e também no campo econômico. O debate que não ocorreu no primeiro turno vai ter que haver no segundo", disse Oliveira.
A boa notícia, especialmente quando se compara às eleições de 2002, quando o temor da eleição de Lula trouxe enorme turbulência aos mercados financeiros e à economia, é que desta vez não se espera muita agitação.
"Do lado financeiro não espero volatilidade com o segundo turno, porque o mercado não acredita que haverá grandes mudanças", resumiu o economista-chefe da corretora Souza Barros, Clodoir Vieira.
"Acho que o mercado vê da seguinte forma: Dilma sendo eleita, daria continuidade às políticas de Lula, enquanto a visão para o caso de Serra vencer não é muito diferente, ao menos na área econômica", acrescentou.
Os candidatos devem ter pelo menos dois debates na TV nas próximas semanas: na Bandeirantes, que tradicionalmente faz o primeiro encontro de cada turno, e a na Globo, que sempre encerra as campanhas.
O início para o horário eleitoral gratuito no rádio e na TV nesta segunda etapa ainda precisa ser definido. A data limite é o próximo dia 16, mas deve começar antes.
(Reportagem de Natuza Nery, em Brasília; Carmen Munari, Hugo Bachega e Fernando Cassaro, em São Paulo)
Com 99,95 por cento dos votos apurados, a petista tinha 46,90 por cento dos votos válidos, Serra somava 32,62 por cento e Marina, 19,34 por cento.
"Quero dizer que nós vamos à luta e nós vamos à vitória. Vamos à vitória com os mesmos ideais democráticos que nos trouxeram até aqui", disse Serra a militantes.
A primeira grande batalha da campanha do segundo turno será a busca do apoio de Marina e do PV. Serra aproveitou para fazer um primeiro gesto já na noite de domingo ao "congratular a Marina... ela contribuiu para o jogo democrático no Brasil".
Mas a candidata verde deixou claro que haverá muita conversa antes de qualquer definição do PV sobre que caminho tomar, e que apoios nunca são automáticos.
"O partido agora vai ter que fazer uma discussão nas suas instâncias, por respeito com quem fizemos alianças", disse Marina a jornalistas, referindo-se a movimentos sociais e a intelectuais. E lembrou: "O voto não é da Marina, não é do Serra e não é da Dilma. O voto é do eleitor".
Enquanto isso, depois de estar, poucas semanas atrás, virtualmente eleita no primeiro turno, Dilma procurou manter o moral dos militantes, lembrando que os petistas são "guerreiros".
"Nós somos acostumados a desafios e somos de chegada. Tradicionalmente, a gente tem desempenhado muito bom no segundo turno", disse Dilma. Nas duas vezes que foi eleito, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu principal cabo eleitoral, venceu na segunda rodada de votação.
Mas o resultado abalou integrantes da campanha petista, que alimentaram até o fechamento das urnas esperanças de que Dilma fosse eleita neste domingo.
A avaliação imediata entre os dirigentes petistas é de que a candidata perdeu fôlego no voto religioso, em especial entre os evangélicos. Marina, que é evangélica, teria se beneficiado dos ataques de líderes religiosos contra Dilma e o PT em temas como o aborto.
Dilma colou em Lula e apostou na transferência de votos do presidente, usando o horário eleitoral gratuito para mostrar sua ligação a ele e os feitos do governo nos últimos oito anos. Ignorou os ataques, as acusações e as denúncias. Tentou voar no céu de brigadeiro da popularidade de Lula, o que deu certo durante boa parte do tempo.
Mas perdeu o apoio de antigos eleitores petistas desiludidos com o escândalo envolvendo Erenice Guerra, ex-auxiliar de Dilma, na Casa Civil, que migraram para Marina. Vai precisar mais do que a força de Lula para ser eleita.
Serra, do seu lado, tem nas próximas semanas a chance de encontrar um foco adequado para sua campanha, que até agora tentou não trombar com Lula e se mostrava como um candidato da continuidade ao mesmo tempo que sua campanha atacava Dilma e o
PT.
DEBATE DE IDEIAS?
A expectativa agora é de que o segundo turno possa trazer a discussão de propostas e ideias que não aconteceu nas últimas semanas.
"O segundo turno entre Dilma e Serra é uma forma de o Brasil analisar as propostas de uma forma mais criteriosa: haverá um debate maior sobre o que país precisa e quais as novas opções", disse o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão.
O economista-chefe do Banco Safra Investimento, Cristiano Oliveira, vai na mesma linha.
"Ambos os candidatos terão que ser mais explícitos em seus programas de governo, e também no campo econômico. O debate que não ocorreu no primeiro turno vai ter que haver no segundo", disse Oliveira.
A boa notícia, especialmente quando se compara às eleições de 2002, quando o temor da eleição de Lula trouxe enorme turbulência aos mercados financeiros e à economia, é que desta vez não se espera muita agitação.
"Do lado financeiro não espero volatilidade com o segundo turno, porque o mercado não acredita que haverá grandes mudanças", resumiu o economista-chefe da corretora Souza Barros, Clodoir Vieira.
"Acho que o mercado vê da seguinte forma: Dilma sendo eleita, daria continuidade às políticas de Lula, enquanto a visão para o caso de Serra vencer não é muito diferente, ao menos na área econômica", acrescentou.
Os candidatos devem ter pelo menos dois debates na TV nas próximas semanas: na Bandeirantes, que tradicionalmente faz o primeiro encontro de cada turno, e a na Globo, que sempre encerra as campanhas.
O início para o horário eleitoral gratuito no rádio e na TV nesta segunda etapa ainda precisa ser definido. A data limite é o próximo dia 16, mas deve começar antes.
(Reportagem de Natuza Nery, em Brasília; Carmen Munari, Hugo Bachega e Fernando Cassaro, em São Paulo)
Cissa: “Talvez eu nunca mais volte a ser inteiramente feliz”
Cissa Guimarães surpreendeu a todos quando resolveu retomar o trabalho apenas duas semanas depois de perder o filho Rafael, de 18 anos, atropelado em um túnel fechado para veículos, no Rio de Janeiro. A decisão foi tomada junto com várias pessoas: terapeuta, advogado, sócia e aos filhos da atriz. “Claro que eles perguntaram se eu não estava adiantando as coisas. Mas o trabalho dá sentido à minha vida”, explicou ela em entrevista à revista “Veja”.
E é assim, apegando-se ao trabalho e aos amigos próximos, que Cissa encontrou forças para levantar da cama todos os dias. “Talvez eu nunca volte a ser inteiramente feliz. Mas não estou em depressão. Eu abro os olhos, me sento na cama, rezo e, muitas vezes, choro. Daí, respiro e me levanto”, desabafou.
Apesar de ser uma mulher de fibra, claro que a atriz tem passado momentos de dor intensa. Atualmente, ela faz análise e terapia pontual com uma médica oncologista com experiência em cuidar de pessoas à beira da morte e também dos familiares assim que esses pacientes se vão. Depois de ficar sem apetite e perder peso, a mãe resolveu contratar uma nutricionista.
A presença constante de amigos e familiares é, para a atriz, essencial. “Ficar sozinha para mim, neste momento, não dá. As pessoas quando são operadas de uma coisa grave não têm um enfermeiro? Eu estou mais ou menos assim.”
Cissa acredita que o fato de ser uma pessoa pública e ter perdido o filho caçula de maneira trágica tem um lado bom e outro ruim. “Eu fiquei muito exposta, fui muito assediada”, confessou à publicação. “Por outro lado, eu acho ótimo que o país inteiro saiba que um crime desses foi cometido. Vou usar todas as possibilidades que tenho, inclusive minha posição, para fazer com que a Justiça funcione.”
A mesma mulher que encontra disposição para lutar por justiça também crê que o sofrimento seja capaz de trazer ensinamentos e crescimento pessoal. “Se com a perda de um filho eu não me tornar uma pessoa melhor, o que é que estou fazendo aqui?”, questionou.
Perguntada sobre seu estado de espírito, ela não tentou disfarçar a dor de uma perda tão grande. “Eu estou sangrando. Talvez minha pulsão de vida não volte a ser como era antes, porque eu fui amputada. Mas vou melhorar”, disse, esperançosa.
E é assim, apegando-se ao trabalho e aos amigos próximos, que Cissa encontrou forças para levantar da cama todos os dias. “Talvez eu nunca volte a ser inteiramente feliz. Mas não estou em depressão. Eu abro os olhos, me sento na cama, rezo e, muitas vezes, choro. Daí, respiro e me levanto”, desabafou.
Apesar de ser uma mulher de fibra, claro que a atriz tem passado momentos de dor intensa. Atualmente, ela faz análise e terapia pontual com uma médica oncologista com experiência em cuidar de pessoas à beira da morte e também dos familiares assim que esses pacientes se vão. Depois de ficar sem apetite e perder peso, a mãe resolveu contratar uma nutricionista.
A presença constante de amigos e familiares é, para a atriz, essencial. “Ficar sozinha para mim, neste momento, não dá. As pessoas quando são operadas de uma coisa grave não têm um enfermeiro? Eu estou mais ou menos assim.”
Cissa acredita que o fato de ser uma pessoa pública e ter perdido o filho caçula de maneira trágica tem um lado bom e outro ruim. “Eu fiquei muito exposta, fui muito assediada”, confessou à publicação. “Por outro lado, eu acho ótimo que o país inteiro saiba que um crime desses foi cometido. Vou usar todas as possibilidades que tenho, inclusive minha posição, para fazer com que a Justiça funcione.”
A mesma mulher que encontra disposição para lutar por justiça também crê que o sofrimento seja capaz de trazer ensinamentos e crescimento pessoal. “Se com a perda de um filho eu não me tornar uma pessoa melhor, o que é que estou fazendo aqui?”, questionou.
Perguntada sobre seu estado de espírito, ela não tentou disfarçar a dor de uma perda tão grande. “Eu estou sangrando. Talvez minha pulsão de vida não volte a ser como era antes, porque eu fui amputada. Mas vou melhorar”, disse, esperançosa.
sábado, 2 de outubro de 2010
Eleições: veja o que abre e fecha no final de semana.
SÃO PAULO - Com a proximidade das eleições, muitos serviços e estabelecimentos podem trocar os horários de atendimento. Em qualquer um dos casos, é preciso ficar atento, já que ninguém quer "dar com a cara na porta" ou ficar sem um produto ou serviço essencial.
São Paulo
De acordo com a Abras (Associação Brasileira de Supermercados), o funcionamento dos supermercados depende do acordo estabelecido entre as lojas e os sindicatos locais. Pela dúvida, o melhor é já garantir a dispensa completa. No caso dos shoppings, a abertura das lojas dependerá de cada estabelecimento.
Veja o que abre e o que fecha durante o final de semana de eleição:
Serviços públicos:
as Praças de Atendimento das Subprefeituras permanecerão fechadas e reabrirão na segunda-feira (4).
Saúde:
As AMAs 24 horas, hospitais e pronto-socorros funcionam todos os dias, ininterruptamente. As UBSs (Unidades Básicas de Saúde), AMAs Especialidades e Ambulatórios de Especialidades não abrem e voltarão a funcionar na segunda-feira (4).
Assistência Social:
os serviços de emergência, acolhida e albergues funcionam 24 horas, como é o caso dos Abrigos/Casas de Acolhida, da Cape (Central de Atendimento Permanente e de Emergência), dos Crecas (Centros de Referência da Criança e do Adolescente) e dos Centros de Acolhida.
Já o Centro de Referência de Cidadania do Idoso, Loja Social - Roda da Cidadania, Agente Jovem, Restaurante-Escola São Paulo, Núcleos Socioeducativos e Centro de Referência Ação Família - Craf permanecerão fechados durante a eleição.
Emprego:
todos os CATs (Centro de Apoio ao Trabalho) permanecerão fechados e reabrirão no dia 4.
Transporte:
haverá operação especial de transporte público para as eleições com reforço da frota correspondendo a 85% de um dia útil.
Verde e Meio Ambiente:
todos os parques municipais funcionarão normalmente.
Esportes:
os clubes municipais abrirão normalmente, nos horários habituais, para as atividades de lazer e esportes da população.
Cultura:
todos os equipamentos da Secretaria Municipal de Cultura permanecerão fechados.
Educação: o
s 23 CEUs (Centros Educacionais Unificados) não terão atividade de recreação e esportes nos dias 2 e 3 por terem sido requisitados pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) como locais de votação.
Abastecimento:
Os mercados Paulistano, Lapa, Pinheiros, Santo Amaro, São Miguel e Kinjo Yamato não abrirão; os mercados Central Leste, Guaianases e Teotônio Vilela funcionarão das 7h às 13h, Pirituba, das 7h às 14h, Vila Formosa, Ipiranga, Penha, Sapopemba e Tucuruvi, das 8h às 13h.Os sacolões Brigadeiro, Cohab Adventista, Butantã, Estrada do Sabão, Jaçanã, Jaguaré, Jaraguá, João Moura, Piraporinha, Rio Pequeno e Santo Amaro abrirão das 7h às 13h, o da Lapa, das 7h às 14h, o Avanhandava, das 7h às 14h30, o da Freguesia do Ó, das 7h às 15h, o da Bela Vista, Cidade Tiradentes e São Miguel, das 8h às 14h.As feiras livres que, direta ou indiretamente, prejudicam o acesso aos locais de votação foram suspensas, atendendo ao pedido do TRE.
Procon-SP:
os postos de atendimento pessoal (Poupatempo Sé, Itaquera e Santo Amaro) funcionarão normalmente no sábado (2). O atendimento telefônico (151), 3824-0446 - cadastro e pesquisa e 3824-0717 - audiências e administrativo) somente na segunda-feira (4).
Poupatempo:
os postos fixos e móveis da cidade assim como o Disque Poupatempo (0800 772 36 33) funcionam normalmente no sábado (2). O atendimento telefônico funciona das 6h30 às 15h.
São Paulo
De acordo com a Abras (Associação Brasileira de Supermercados), o funcionamento dos supermercados depende do acordo estabelecido entre as lojas e os sindicatos locais. Pela dúvida, o melhor é já garantir a dispensa completa. No caso dos shoppings, a abertura das lojas dependerá de cada estabelecimento.
Veja o que abre e o que fecha durante o final de semana de eleição:
Serviços públicos:
as Praças de Atendimento das Subprefeituras permanecerão fechadas e reabrirão na segunda-feira (4).
Saúde:
As AMAs 24 horas, hospitais e pronto-socorros funcionam todos os dias, ininterruptamente. As UBSs (Unidades Básicas de Saúde), AMAs Especialidades e Ambulatórios de Especialidades não abrem e voltarão a funcionar na segunda-feira (4).
Assistência Social:
os serviços de emergência, acolhida e albergues funcionam 24 horas, como é o caso dos Abrigos/Casas de Acolhida, da Cape (Central de Atendimento Permanente e de Emergência), dos Crecas (Centros de Referência da Criança e do Adolescente) e dos Centros de Acolhida.
Já o Centro de Referência de Cidadania do Idoso, Loja Social - Roda da Cidadania, Agente Jovem, Restaurante-Escola São Paulo, Núcleos Socioeducativos e Centro de Referência Ação Família - Craf permanecerão fechados durante a eleição.
Emprego:
todos os CATs (Centro de Apoio ao Trabalho) permanecerão fechados e reabrirão no dia 4.
Transporte:
haverá operação especial de transporte público para as eleições com reforço da frota correspondendo a 85% de um dia útil.
Verde e Meio Ambiente:
todos os parques municipais funcionarão normalmente.
Esportes:
os clubes municipais abrirão normalmente, nos horários habituais, para as atividades de lazer e esportes da população.
Cultura:
todos os equipamentos da Secretaria Municipal de Cultura permanecerão fechados.
Educação: o
s 23 CEUs (Centros Educacionais Unificados) não terão atividade de recreação e esportes nos dias 2 e 3 por terem sido requisitados pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) como locais de votação.
Abastecimento:
Os mercados Paulistano, Lapa, Pinheiros, Santo Amaro, São Miguel e Kinjo Yamato não abrirão; os mercados Central Leste, Guaianases e Teotônio Vilela funcionarão das 7h às 13h, Pirituba, das 7h às 14h, Vila Formosa, Ipiranga, Penha, Sapopemba e Tucuruvi, das 8h às 13h.Os sacolões Brigadeiro, Cohab Adventista, Butantã, Estrada do Sabão, Jaçanã, Jaguaré, Jaraguá, João Moura, Piraporinha, Rio Pequeno e Santo Amaro abrirão das 7h às 13h, o da Lapa, das 7h às 14h, o Avanhandava, das 7h às 14h30, o da Freguesia do Ó, das 7h às 15h, o da Bela Vista, Cidade Tiradentes e São Miguel, das 8h às 14h.As feiras livres que, direta ou indiretamente, prejudicam o acesso aos locais de votação foram suspensas, atendendo ao pedido do TRE.
Procon-SP:
os postos de atendimento pessoal (Poupatempo Sé, Itaquera e Santo Amaro) funcionarão normalmente no sábado (2). O atendimento telefônico (151), 3824-0446 - cadastro e pesquisa e 3824-0717 - audiências e administrativo) somente na segunda-feira (4).
Poupatempo:
os postos fixos e móveis da cidade assim como o Disque Poupatempo (0800 772 36 33) funcionam normalmente no sábado (2). O atendimento telefônico funciona das 6h30 às 15h.
O mundo real do Coronel Nascimento
O fenômeno Tropa de elite está de volta aos cinemas e às livrarias. Só não está de volta às bancas de camelôs, onde o DVD pirata do filme estreou há três anos, antes do lançamento oficial do filme. Para impedir que a pirataria afaste parte dos potenciais espectadores da continuação do longa-metragem, sua produção tentou blindá-lo ao máximo. Com isso, o retorno do Capitão Nascimento às telas em Tropa de elite 2, na sexta-feira, mais parece uma operação policial cercada de sigilo. No mesmo dia, o livro Elite da tropa 2 (editora Nova Fronteira, 304 páginas, R$ 39,50) chega às prateleiras com a disposição de repetir o êxito da obra que o precedeu – até a inversão das palavras “tropa” e “elite” é a mesma do original. Desta vez, livro e filme miram as milícias, os grupos criminosos formados por policiais e políticos corruptos que dominaram as favelas cariocas ao tomar à força o controle que antes pertencia aos traficantes.
Felipe Melo confessa que pensou em deixar o futebol após a Copa
O volante brasileiro da Juventus Felipe Melo confessou em entrevista publicada neste sábado pelo jornal italiano La Repubblica que pensou em abandonar o futebol após a Copa do Mundo da África do Sul.
"Depois do Mundial não tinha vontade de jogar. Não tinha alegria e decidi abandonar", admitiu o jogador, que comentou a "grande dor" que sentiu com as críticas após a partida das quartas de final contra a Holanda.
Durante o jogo, que significou a eliminação da seleção brasileira (2 a 1), Felipe Melo fez uma falta grave e foi expulso, deixando a equipe do Brasil com um jogador a menos.
"Joguei um bom Mundial, mas no Brasil disseram que perdemos (a seleção) por culpa do Felipe. Isso não é justo. Quem entende de futebol sabe que bastava olhar nos olhos dos jogadores holandeses antes da minha expulsão, para saber que ganhariam", ressaltou.
"Passei a ser o único responsável. Quando voltei ao Brasil, minha mãe e meu pai choravam, minha casa estava cercada. Então decidi que o dinheiro que tinha era suficiente para viver bem toda a vida e que deixaria o futebol".
O volante, que agora atravessa uma boa sequência na Juventus, comentou que sua mulher e o pastor de sua igreja ajudaram-no a mudar de ideia.
"Eles me explicaram que se eu abandonasse tudo dentro de 20 anos estaria me sentindo perdido. Que se tivesse abandonado iria me sentir um covarde, mas como não sou um covarde, aqui estou", disse.
O volante brasileiro garantiu que está mais "humilde" e acrescentou: "não sou um anjo, e não poderei sê-lo nunca, mas entendi que posso ser duro, mas sem exagerar. Aos 27 anos, é possível mudar".
Felipe Melo explicou que contribuíram para que não deixasse o futebol o treinador da Juventus, Luigi Del Neri, e o dirigente da equipe, Giuseppe Marotta, que reiteraram que acreditavam nele. "Isto me fez mudar. Descobri que havia gente que confiava em Felipe Melo", acrescentou.
"Depois do Mundial não tinha vontade de jogar. Não tinha alegria e decidi abandonar", admitiu o jogador, que comentou a "grande dor" que sentiu com as críticas após a partida das quartas de final contra a Holanda.
Durante o jogo, que significou a eliminação da seleção brasileira (2 a 1), Felipe Melo fez uma falta grave e foi expulso, deixando a equipe do Brasil com um jogador a menos.
"Joguei um bom Mundial, mas no Brasil disseram que perdemos (a seleção) por culpa do Felipe. Isso não é justo. Quem entende de futebol sabe que bastava olhar nos olhos dos jogadores holandeses antes da minha expulsão, para saber que ganhariam", ressaltou.
"Passei a ser o único responsável. Quando voltei ao Brasil, minha mãe e meu pai choravam, minha casa estava cercada. Então decidi que o dinheiro que tinha era suficiente para viver bem toda a vida e que deixaria o futebol".
O volante, que agora atravessa uma boa sequência na Juventus, comentou que sua mulher e o pastor de sua igreja ajudaram-no a mudar de ideia.
"Eles me explicaram que se eu abandonasse tudo dentro de 20 anos estaria me sentindo perdido. Que se tivesse abandonado iria me sentir um covarde, mas como não sou um covarde, aqui estou", disse.
O volante brasileiro garantiu que está mais "humilde" e acrescentou: "não sou um anjo, e não poderei sê-lo nunca, mas entendi que posso ser duro, mas sem exagerar. Aos 27 anos, é possível mudar".
Felipe Melo explicou que contribuíram para que não deixasse o futebol o treinador da Juventus, Luigi Del Neri, e o dirigente da equipe, Giuseppe Marotta, que reiteraram que acreditavam nele. "Isto me fez mudar. Descobri que havia gente que confiava em Felipe Melo", acrescentou.
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